Daqui a 1 ano a sua vida pode estar completamente diferente.

Você pode estar no Legislativo Federal, ganhando 30, 35, 40 mil reais, num trabalho que é intelectual do começo ao fim.

O último cargo de formação geral a ser publicado pela Câmara dos Deputados é o de Analista de Registro e Redação. Na minha opinião, é o melhor cargo público deste País nessa categoria.

E me incomoda que tão poucas pessoas entendam que esse cargo é **foda**. Porque isso as faz cometer um erro que eu mesmo cometi algumas vezes na minha vida: ignorar uma prova excepcional e depois ficar remoendo isso.

Ao longo deste texto vou detalhar essas questões, mas se você é uma pessoa que:

  • Gosta de rotina;
  • Quer ser bem remunerada;
  • Quer ter tempo para viver sua vida fora do trabalho;
  • Quer ter um trabalho intelectualmente interessante;

Este é para você, sem dúvida.

Vamos por partes.

São 49 cargos vagos

A Câmara dos Deputados tem 513 deputados e um quadro pequeno para o tamanho do que ela faz. São 2.599 servidores ativos (dados de julho de 2026).

O Departamento de Registro e Redação da Casa é responsável pelo Registro Oficial.

Os pronunciamentos parlamentares acontecem em dois ambientes: plenário e comissões. As comissões são técnicas, temáticas, enquanto o plenário é o lugar de "jogar pra galera" e discutir supostamente de forma mais ampla e democrática. Não vou entrar aqui nas minúcias políticas, mas essa seria uma divisão honesta.

É brutal o quanto se fala no Parlamento (afinal, um lugar de *parlar*, de falar).

O Departamento não é grande para o tamanho do desafio. Deve ter pouco mais de 150 pessoas. Hoje, de analistas de registro e redação, há 49 cargos vagos. Uma de cada três cadeiras do quadro está vazia.

*"Fernando, então vão ser 49 vagas no concurso?"*

Eu acredito que não. Acho que vem um número menor, porque foi exatamente o que aconteceu com técnico e analista, que ofertaram um número de vagas muito menor do que o de cargos vagos. Isso é integralmente ruim? Por um lado, sim, eu gostaria que houvesse oferta compatível com os cargos vagos, mas a Câmara tem o hábito de nomear todo o cadastro de reserva.

Agora me responde uma coisa. Se é o melhor cargo do País, e se tem um terço do quadro vazio, por que não tem uma fila de gente disputando, por que não está se falando sobre ele todos os dias?

A resposta: ignorância.

O que OS PROFISSIONAIS fazem o dia inteiro

De fevereiro de 2025 a janeiro de 2026, o departamento entregou 3.355 horas de registro, 3.033 horas de redação final, 16.844 discursos de plenário e 878 reuniões de comissão. Isso foi feito por cerca de 90 profissionais.

O que o Analista de Registro e Redação faz não é transcrever. Isso é importante e quase todo mundo erra. O objetivo dele é atestar que aquele fato foi dito daquela maneira. A transcrição hoje é feita por máquinas. O profissional é responsável pelo registro oficial.

O Ato da Mesa nº 251, de março de 2026, que reorganizou o departamento inteiro, estabelece, no art. 2º, VI, que cabe ao departamento *"garantir a precisão do texto do registro oficial e a responsabilidade pela sua veracidade, integridade e autenticidade"*.

Isso é vocabulário notarial, tanto que alguns colegas chamam o Analista de Registro e Redação de "tabelião" da Casa.

**O taquígrafo não taquigrafa mais**

Não se faz mais apanhamento taquigráfico na Câmara e no Senado. Isso acabou faz tempo.

Por conta disso, na live que fiz, alguém me perguntou, meio desanimado, se o pessoal saiu do plenário. Ele disse que queria aparecer na TV. Muita calma. Não se apanha mais, o que se faz é um acompanhamento estrutural da sessão, com roteiro, para que o registro oficial saia direito.

**Mas o Derep não saiu e não vai sair do plenário.** Inclusive os novatos, dedos cruzados, serão empurrados para lá, e isso é *lobby* interno do departamento (hehehe). No que depender de mim, você vai frequentar bastante o plenário mais importante deste País.

**Do que você vai tratar?**

Há muita rotina e há muita previsibilidade no trabalho.

**O que muda de um dia para o outro é o assunto.** Tudo se discute no Parlamento, e por isso tudo é pauta do departamento. Reforma tributária, orçamento, regulação de inteligência artificial, CPI, segurança pública, saúde, educação, meio ambiente, agricultura, direitos humanos, minorias, autismo, tráfico de pessoas, inflação. Passa tudo pelas suas mãos no mesmo mês.

**Como funciona o trabalho?**

**A escala de trabalho** é 4 horas presenciais e 4 remotas por dia. Se você quiser fazer 8 presenciais numa segunda e trabalhar só de casa na terça, pode. As 4 horas remotas você cumpre quando quiser, e não é raro ver trabalho entrando no sistema às 23h ou às 6h da manhã. Isso é bom, respeita o cronotipo das pessoas e todo mundo acaba mais feliz por causa disso.

**Metas e produtividade**

É um departamento focado em metas. Você começa o mês sabendo exatamente quanto vai ter que trabalhar, e será cobrado por isso, mas só por isso.

Essa é uma circunstância rara no serviço público e muda a relação com o trabalho, porque a conta é sua e você organiza como quiser.

Como a tecnologia se relaciona com o trabalho

Em 2015 começou a transcrição automática na Casa. Em 2025 veio o Ulysses, a inteligência artificial própria da Câmara, que na última vez que eu testei funcionava mais ou menos. Em 2026 o departamento abraçou IA de forma integral.

**Antes de 2018, um discurso levava até 8 dias para ser liberado. Hoje sai em 30 minutos.**

Hoje, a degravação mecânica do texto é feita por máquina. Aquele trabalho que já foi feito à mão, depois na máquina de escrever, depois no computador, hoje sai da IA. O que sobrou para nós, humanos, é a parte nobre e difícil, avaliar a intenção, adequar o tom, e é por isso que o trabalho de hoje é muito mais sofisticado do que era 2 ou 3 anos atrás.

**Todo trabalho sai com revisão humana e sempre vai sair.** A assinatura continua sendo humana e vai continuar sendo humana. Esse trabalho não vai ser delegado.

Quanto paga

O vencimento básico é R$ 14.008,22. Some a gratificação de atividade legislativa, R$ 10.366,08, mais a GDAE na mínima de 40%, R$ 7.636,71, mais a VPI de R$ 59,87.

Total inicial: R$ 32.070,88.

E a GDAE hoje está com menos da metade dos pontos, porque ainda falta regulamentação. Quando for regulamentada, pode entrar mais 7 ou 8 mil aí, e a remuneração inicial vai para perto de 40 mil.

**Vale a pena entender essa história da GDAE, porque é ela que decide o teto real do seu salário.**

A Lei nº 15.349, de 17 de fevereiro de 2026, que modernizou a Carreira Legislativa da Câmara, extinguiu a antiga Gratificação de Representação e criou no lugar dela a GDAE, a Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico. Entrou em vigor no dia seguinte à publicação.

O art. 3º define o desenho. A GDAE é devida a Analista e a Técnico Legislativo, vai de um **mínimo de 40% a um máximo de 100%**, e incide sobre o **maior vencimento básico do cargo**, não sobre o vencimento do padrão em que você está. Isso é ótimo para quem entra, porque a base de cálculo do recém-nomeado é a mesma de quem está no topo da carreira.

Para Analista Legislativo, o maior vencimento básico é R$ 19.091,77. Faça a conta: os 40% que estão sendo pagos hoje dão exatamente os R$ 7.636,71 que aparecem na tabela. Se um dia a gratificação chegar a 100%, são R$ 19.091,77.

E por que ela está travada no piso? Porque o próprio art. 3º diz que a Mesa Diretora vai regulamentar, por ato próprio, os critérios para conceder percentual acima do mínimo. A lei aponta o que pode entrar nessa conta: desempenho, competências apresentadas, atingimento de metas, entrega de resultados, sempre observada a disponibilidade orçamentária.

Ou seja, o sistema de pontos existe na lei, mas ainda não existe na prática. Enquanto a Mesa não publica o ato, todo mundo recebe o piso.

Repare como isso conversa com o que eu falei lá em cima sobre o departamento ser focado em metas. Quando a GDAE for regulamentada, quem já trabalha numa unidade que mede produtividade e entrega resultado chega bem posicionado para essa conversa.

Fora isso: R$ 1.860,44 de auxílio-alimentação, auxílio pré-escolar, licença-capacitação, estabilidade, dois recessos por ano além das férias de 30 dias. O recesso, para ficar claro, é parlamentar, não dos servidores. O trabalho continua, mas tem uma folguinha: as turmas do departamento se dividem, numa semana entra metade e na outra entra o resto.

A carreira tem dez padrões e a remuneração termina em torno de R$ 40 mil. Não é uma carreira longa. Em 8, 10 anos, você já chega ao topo.

Aí entra o adicional de especialização, que é o famoso adicional de qualificação, que corresponde a até 30% sobre o vencimento básico. Conta a graduação que você já tem, especialização, mestrado, doutorado, segunda graduação, segunda especialização, certificação profissional e ações de treinamento. Com seis pontos você fica a um curso do teto e coloca mais uns 5 mil por mês.

E tem as funções. São 1.761 funções comissionadas na Casa, que só podem ser ocupadas por servidor efetivo. Mais ou menos metade da Casa tem função. A FC-1 começa em R$ 5.063,35 e a FC-6 chega a R$ 13.642,09, e isso soma integralmente ao vencimento, sem redutor.

Isso é bastante dinheiro. Eu fui servidor do Executivo, trabalhava na Abin, tinha um DAS 101.2, e recebia uns 600 reais pela função. Se fosse o equivalente na Câmara, seriam mais de 7 mil a mais na minha remuneração (mais do que eu ganhava à época).

Em topo de carreira, com uma FC-3 e o adicional de qualificação cheio, você chega a 50 mil. Vai ter abate-teto, porque o teto remuneratório hoje está em torno de R$ 43 mil, mas o teto sobe. Daqui a 1 ano serão 46, daqui a 3 anos talvez 52, e o abatimento deixa de existir.

Para comparar com onde isso estava: em 2007, o analista da Câmara entrava ganhando 9 mil reais. Hoje entra com 32.

E a lotação é uma só. Brasília. Não tem como ser lotado em outro lugar, não tem remoção, não tem surpresa. *"Fernando, posso morar no Rio?"* Não pode. Precisa morar em Brasília.

68 dias

O último concurso da Casa saiu no dia 30 de dezembro de 2025. As inscrições fecharam em 26 de janeiro. A prova objetiva e a discursiva aconteceram no mesmo dia, 8 de março. Resultado das objetivas em abril, resultado final em junho, nomeação em 1º de julho, com cerimônia e tudo.

Edital à posse em 6 meses. Um dos concursos mais rápidos deste País.

**Entre edital e prova foram 68 dias.**

Esse é o número que eu preciso que você leve. Quando você olha a série histórica, os certames do Cebraspe na Câmara ficam entre 68 e 81 dias. Os da FGV e da FCC passam de 100. A FGV de 2023 foi exceção, e a regra é de menos de 90 dias (isso tem ocorrido em praticamente todos os concursos federais).

São 10 semanas. Você aprende regimento interno, regimento comum, direito administrativo, constitucional, administração pública, português e inteligência artificial em 10 semanas, do zero? Não dá, é puxado.

O que se faz no pós-edital é **controle de danos**. Você foca no que é mais cobrado, aprende o resto capengando e chega tropeçando na prova. Tem gente de boa capacidade que consegue aprender e passar. Mas a última prova desse cargo, com outro nome, foi em 2012. São 14 anos de diferença. Quando vem a próxima? Deus sabe. **Você vai dar esse vacilo de não se preparar bem para aquela que pode ser a melhor e a última prova da sua vida?**

Regimento interno é o melhor exemplo do que não se resolve em 10 semanas. É decoreba, e decoreba sob pressão não gruda. Agora, se você separar 10 minutinhos por dia para ler 2 ou 3 artigos do regimento, em 6 meses você chega na prova com uma tranquilidade enorme. Crie seus mapas mentais, faça revisão, faça muitas questões. Lembre-se de que **não existe estudo sem revisão e sem questões**.

**Eu acredito que, dadas as condições desta prova, a maior parte das aprovações vai ser construída no pré-edital.**

Você precisa estudar hoje como se a prova fosse acontecer daqui a 3 meses. Sem migué.

A minha aposta para a sua prova

Desde que o edital não foi publicado junto com analista e técnico no início do ano, eu fiquei com novembro na cabeça. Será que o edital sai em novembro? Vamos ver.

Daqui para a frente é aposta. A única certeza é o que vem no edital, e a gente só sabe quando ele for publicado.

**Inteligência artificial vai cair.** Eu apostaria uma falange do meu dedo mindinho esquerdo.

Eu vinha cantando isso desde antes do último edital e aconteceu. Foram 7 questões de IA: machine learning, viés em visão computacional, transformer, revocação, sigmoide, NLP em Python, CNN com Keras. Antes não tinha IA no conteúdo programático. Agora tem, com nome e sobrenome, incluindo técnicas de prompt.

E no nosso caso não é nem só tendência de banca. O próprio Ato da Mesa nº 251 menciona inteligência artificial em dois dispositivos. No art. 2º, X, diz que *"cabe ao departamento aprovar e participar do planejamento do uso de ferramentas de tecnologia e de IA"* sobre os textos legislativos registrados. No art. 4º, VIII, fala em *"promover a informatização e o uso de IA nos processos de trabalho"*.

O departamento que vai receber esse concurso é o que mais usa IA na Casa, todos os dias, como **base** do trabalho.

Como você pode começar hoje: conceitos, LLM, geração de texto, técnicas de prompt, transcrição automática, reconhecimento de fala, alucinação e viés, revisão humana, governança de IA e de dados, metadados, indexação, vocabulário controlado, LGPD. E vá além dos conceitos superficiais. Você precisa entender um pouco do que tem embaixo do capô, não só onde ficam o volante e a marcha.

**O requisito do cargo não vai mudar.** Nível superior em qualquer área. Engenheiro, biólogo, administrador, publicitário, **tecnólogo**, todo mundo.

*"Pode acontecer de trocar o requisito do cargo e exigir só Letras?"* **Não vai acontecer.** Faz 40 anos que esse cargo existe na Câmara e nunca aconteceu, e não vai ser agora porque **a natureza dele é generalista**. Lembra? O objetivo não é transcrever, é atestar. Para isso você não precisa ser formado em Letras. E o departamento acabou de passar por uma reformulação inteira. Se fosse para mudar o requisito, teria mudado agora.

**Prova de revisão de texto: eu apostaria que vem.** Alguém me perguntou se ela seria **o diferencial** do certame. Eu acho que vai ser **um** diferencial. Se vier, deve valer 30, 40, 50, talvez 60 pontos, o que dá um quarto da sua nota total. Trate como matéria.

**Apanhamento taquigráfico: talvez.**

Em 2012 teve prova objetiva, análise textual e apanhamento, com ditados de 110 e 115 palavras por minuto. Se a prova prática se repetir, duvido que a velocidade seja a mesma. Minha aposta é em algo perto de 80 ou 90 palavras por minuto, e a referência que eu uso é o último concurso do Senado para o cargo, que veio mais lento que os anteriores.

**O nome do cargo mudou quatro vezes em 40 anos.** Começou como Assistente Legislativo da área de taquigrafia, depois virou Taquígrafo Legislativo em 1983, depois Analista Legislativo com atribuição de taquígrafo em 1993, e Analista de Registro e Redação desde 2023.

A palavra taquigrafia saiu da estrutura do departamento na reforma deste ano. Isso indica que não vem na prova? Talvez. Mas não dá para concluir a partir disso. Muita cautela na hora de concluir. É só uma evidência, não uma conclusão.

Eu sempre recomendo que você seja prudente. O texto de português da última prova do Cebraspe, no certame de Policial Legislativo, trazia uma frase que eu li como recado da banca: **os cautelosos raramente se equivocam.**

Se for cobrado o apanhamento, você não vai conseguir aprender isso em 2 meses. Agora, dá para chegar a 60, a 80 palavras por minuto em 4 meses? Dá. Vai depender da sua capacidade, do seu treino e da sua aptidão. Eu estimo entre 150 e 200 horas de prática para chegar em 50, 60, 70. Em 2 meses partindo do zero? Improvável.

**Então pratique.** Os cautelosos raramente se equivocam.

Quando sai?

Faltam editais de vários cargos autorizados: o nosso (Analista de Registro e Redação), Documentação e Informação Legislativa, médicos, comunicação social, engenheiros e museólogos. Devem sair juntos. Imagino que saiam.

Para o terceiro edital, faltava reorganização administrativa das unidades. Isso já aconteceu. Agora falta o **projeto básico**, a **contratação da banca** e a **publicação do edital**. Tem o calendário eleitoral no meio: não pode haver prova na data exata das eleições e não pode haver nomeação até elas, mas a prova em si pode acontecer antes sem nenhum impedimento.

Pode sair em setembro ou outubro, e aí a prova cai até dezembro. Pode sair em novembro, e aí a prova cai perto do carnaval. Em qualquer cenário você tem alguns meses, que já começaram a contar há tempos.

Sobre estar atrasado

Teve um cara na live de sábado que escreveu no chat: estou desde janeiro vendo suas lives e ainda não comecei a estudar.

André, hoje é o dia. Bora.

**Uma aluna me disse esses dias que achava que não era capaz. Eu respondi que talvez ela não fosse mesmo.** E que é exatamente para isso que serve estudar. Você não nasce capaz. O estudo vai te tornando capaz.

Por isso eu digo sempre que você não deve desistir da prova que você não fez. Ou, em linguagem mais popular, ***você pode não ter talento, mas raça é obrigação***, como diria o filósofo Filipe Ret.

Se você deseja essa prova, se você enxerga nela a chance de mudar a sua vida e a da sua família, então é sua obrigação se dedicar a ela. Não porque você tem certeza de que vai passar. Porque é a única coisa que está sob o seu controle. E isso começa hoje, e recomeça todos os dias, e todos os dias você tem a chance de mudar aquilo que você vinha fazendo e que você acha que não consegue.

Enquanto o edital não sai, o que eu faria: estudar no formato Cebraspe, que é certo ou errado com desconto por erro. Estudar muito português. Começar a entender a inteligência artificial hoje. Treinar registro e edição de fala. Ler o Ato da Mesa 251 inteiro, são poucas páginas e te fazem entender, respirar a estrutura. E estudar para estar na cabeça das vagas, porque com cláusula de barreira, que limita o número de classificados independentemente da nota, ficar na média não garante nada.

Sobre o que fazer com isso, você tem três caminhos e eu vou ser honesto sobre os três.

Você pode continuar exatamente como está, não se dedicar, e ver esse edital sair pensando que podia ter feito.

Você pode continuar sozinho. Se você se sente confortável e confiante fazendo do seu jeito, não tem nada de errado nisso. Tem gente que passa assim.

Ou você pode vir para a Mentoria DOM e não ter que tomar mais nenhuma decisão de estudo.

Aqui tem meu jabá, e eu prefiro avisar do que enfiar no meio do texto. É isso que a gente vende: você chega, segue a ordem e se preocupa só com estudar, porque o trabalho pesado a gente já fez.

  • Cronograma individualizado de verdade (o único do País, o resto é tudo enganação) com tudo que você precisa estudar, na sequência certa;
  • Material de base (ConteuDOM) em todas as metas;
  • Material de revisão (ResuDOM) em todas as metas;
  • Questões em todas as metas;
  • Academia Ruy Barbosa e Ruy Baby para português avançado;
  • Academia Nebrija para espanhol;
  • Curso de inglês legislativo em 60 dias;
  • Simulados pós-edital no formato da banca;
  • Aplicativo de ditados com áudio real de sessão;
  • E muito mais coisas.

São 7 dias de garantia. Entrou, não gostou, pede o dinheiro de volta sem dor no coração e sem perder amizade.

Estamos falando do melhor cargo do País, com um terço das cadeiras vazias, num concurso que abre por 68 dias e depois some por 14 anos.

E que eu quero muito te ajudar a passar nele.

Se for o seu momento, vamos.

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